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PLAN INTERNATIONAL BRASIL LEVA O EMPODERAMENTO DAS MENINAS PARA O SENADO

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PLAN INTERNATIONAL BRASIL LEVA O EMPODERAMENTO DAS MENINAS PARA O SENADO

No mês de outubro, a Plan International Brasil participou de uma audiência pública no Senado sobre empoderamento das meninas.

Com a iniciativa, a Plan International Brasil deu mais um passo para que o Poder Legislativo possa discutir a igualdade de gênero, o desenvolvimento, e a implementação de leis e políticas públicas que busquem acabar com as desigualdades que atingem as meninas em todo o país.

Na audiência, foram apresentados dados sobre a situação das meninas no Brasil e a necessidade de ampliar as políticas, programas e projetos públicos e sociais que visam garantir a igualdade de direitos e combater as discriminações de gênero.

“Nosso propósito confirma que trabalhamos para a garantia dos direitos de todas as crianças. Damos este destaque para as meninas, pois reconhecemos a necessidade urgente de priorizá-las como o grupo mais vulnerável cujos direitos são mais violados”, afirmou Anette.

POR QUE TRABALHAR PELO EMPODERAMENTO FEMININO

Veja abaixo alguns dados apresentados por Anette Trompeter na audiência pública sobre empoderamento das meninas:

– No mundo, há 110 milhões de crianças que não vão à escola, sendo que 2/3  são meninas;

– Metade das meninas que vivem nos países em desenvolvimento estará casada antes de completar 20 anos, vítimas do matrimônio forçado. O Brasil ocupa o 4º lugar no ranking de uniões precoces;

– Uma em cada três mulheres sobreviveu a algum tipo de violência baseada em gênero, muitas vezes dentro de suas próprias casas;

– No Brasil, 19% dos nascidos vivos é filho de uma menina entre 14 e 19 anos. A gravidez na adolescência é uma das principais causas de abandono escolar, e as adolescentes estão mais vulneráveis a morrer no parto;

– Estudo realizado pelo Instituto Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (INPETI) e pela Plan International Brasil constatou que ainda temos mais de 200 mil meninas brasileiras trabalhando; a grande maioria são negras, estudam menos que outras meninas, e perdem sua infância em atividades não adequadas para sua etapa de vida;

– A participação das mulheres na vida política continua sendo desigual; no Brasil, as mulheres ocupam menos de 10% dos cargos públicos.

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