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ASSÉDIO

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ASSÉDIO

Una-se pelo fim da violência, não deixe nenhuma menina e nenhuma mulher para trás!

Espaços públicos deveriam pertencer a todos, mas não pertencem às mulheres e meninas. Elas são lembradas disso a todo o momento quando estão fora de suas casas. 86% de todas as mulheres e meninas brasileiras já sofreu assédio em espaços públicos.

Você lembra do seu caminho para escola? Alguma vez você já se sentiu insegura nele? Teve que escolher um caminho mais longo, ou até faltar na aula, com medo de assédio? Um quarto das meninas dizem que sim. Que o caminho para ir e voltar da escola é inseguro ou perigoso.

Uma pesquisa revelou as formas que o assédio público toma no Brasil:

O assobio é o mais comum (77%), seguido por olhares insistentes (74%), comentários de cunho sexual (57%) e xingamentos (39%). Metade das mulheres entrevistadas no Brasil disse que já foi seguida nas ruas, 44% tiveram seus corpos tocados, 37% disseram que homens se exibiram para elas e 8% foram estupradas em espaços públicos.

O assédio é uma questão da desigualdade de gênero. É a ideia de que meninas e mulheres são seres inferiores, propriedade à disposição dos homens para serem tocadas, estupradas.

É preciso entender o impacto do assédio nos corpos e vidas das mulheres.

Enfrentar o assédio é fundamental para garantir o pleno  acesso de meninas e mulheres a seus direitos.

Participe dos 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra a mulher.

Vamos agir, vamos nos unir. A Plan International Brasil apoia a nossa luta. Não vamos deixar nenhuma menina ou mulher para trás.