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A DESIGUALDADE NA SAÚDE

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O Brasil caiu para a 90ª posição em ranking do Fórum Econômico Mundial, que analisa a igualdade entre homens e mulheres em 144 países. No ano passado, o Brasil ficou no 79º lugar. Em 2015, havia ficado na 85ª posição. Na primeira edição da pesquisa, feita em 2006, o Brasil estava em 67º. Mas em relação o relatório, que analisa a conjuntura nas áreas de trabalho, educação, saúde e política, mostra que a desigualdade de gênero voltou a crescer no mundo pela primeira vez após uma década de avanços constantes.

Alcançar a igualdade de gênero na saúde, significa que todas as expressões de gênero acessam os mesmos direitos e estão nas mesmas condições para exercer o seu potencial para serem saudáveis.

Tal desigualdade impacta o desenvolvimento da saúde e o acesso aos cuidados sem barreiras. As mulheres em geral e alguns grupos específicos como imigrantes, idosas, jovens, minorias étnicas, encontram-se especialmente vulneráveis à pobreza, devido aos padrões dominantes que determinam as relações pessoais e sociais entre homens e mulheres. A busca pelo cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, e promoverá a igualdade de gênero.

Numa reunião de organizações não governamentais (NGO) sobre saúde e desenvolvimento, Helen Clark, Administradora do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (UNDP), sublinhou que as mulheres têm o direito de escolher se e quando querem ter filhos. Ela afirmou que “Enquanto 200 milhões de mulheres do mundo tiverem necessidades não satisfeitas em matéria de planejamento familiar, as suas possibilidades de concluir a sua educação, de obter um emprego remunerado e de escapar à pobreza são reduzidas”.

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